Arte&Cultura

Alda de Miranda “descomplica” o mundo para crianças e adultos

Em Barão Geraldo  mora uma escritora e poeta que quer “descomplicar” o mundo. Mas para ela  o descomplicar  não é explicar E sim revelar a simplicidade das coisas,  da existência,  sua autenticidade por mais profunda, misteriosa e obscura que seja, para que complicar?

Trata-se de Alda de Miranda, que já tem 4 livros  publicados e se prepara para lançar vários ainda esse ano. Sua primeira e mais conhecida obra é  “Tem planta que  virou bicho” de 2010. Livro de literatura infantil que virou  sucesso  nacional, foi adotado em inúmeras escolas , Alda foi convidada de Ana Maria Braga , por inúmeros repórteres e pela grande mídia e ganhou reedições, segundo volume e esse ano irá lançar o terceiro volume.

Moradora da Cidade  Universitária ainda ha pouco tempo, Alda já tem várias produções rodando o mundo. Profissionalmente é “marketeira“, isto é, a despeito do sentido pejorativo da palavra (da nossa política),  Alda é publicitária pela PUCCAMP e especialista em Marketing pela FGV-SP (Fundação Getulio Vargas), e com  30 anos de experiência até internacional.cfc354fa-7db3-41ed-9650-23cc6199c681

Aqui apresentamos  suas origens e formação como escritora, e um panorama de suas  obras, sua vida, sobre sua literatura e seus  projetos   e ela  fala  como conheceu  e o que acha de  Barão Geraldo também LEIA

Como nasce uma escritora

Alda nasceu em Jacareí e, como hoje vive em Barão, costuma dizer que a Dom Pedro é uma rodovia que sempre a leva para casa, não importa a direção: “de um lado Jacareí, do outro, Barão“. Foi  em Jacareí que ela fez o ensino primário e também suas  primeiras  letras, várias peças de teatro e poesias . Além  disso, também passava períodos – provavelmente de férias – na casa de seus  avós em Campo Grande- Mato Grosso do Sul. onde passava “tardes inteiras” na biblioteca de sua avó onde , segundo ela, lia de tudo:  de contos infantis a enciclopédias sobre bichos. “Os domingos eram aguardados com ansiedade, pois papai nos levava à banca de jornal e nós, os filhos, podíamos escolher um gibi cada um.” – conta

Desde criança eu dizia que seria escritora, e arriscava escrever histórias no caderno. Sempre gostei de ler. Devorei a coleção do Monteiro Lobato quando tinha uns oito anos de idade. Até hoje releio alguns volumes, acho alguns trechos atemporais.

Ela conta que também escrevia peças de teatro e que as apresentações eram disputadíssimas: “A escola inteira parava para assistir. Ela  lembra de uma, chamada “Hepteto em Pânico”, que  chegou a ser encenada em outras escolas de Jacareí. E que a maioria delas tinha alguma referência a folclore ou a temas ambientais, por serem trabalhos de escola. “E eu escrevia comédias porque nunca gostei de papo-cabeça. Sempre acreditei que o humor é o melhor jeito de transmitir mensagens, não o medo.”

Depois  continuou os estudos em São José dos Campos, cidade vizinha. Mas desse tempo de adolescente parece  que as melhores lembranças não estão relacionadas  com as letras e literatura mas com as amizades que segundo ela foi seu maior legado dessa época . “Daquele bom tempo, trago até hoje bons amigos. Tive o privilégio, aliás, de reunir minha turma de primário em minha casa em Barão Geraldo e conseguimos até mesmo trazer dois professores, a querida Dona Leila e o Sr Jair. Uma delícia de encontro.

Alda diz que aos quinze anos, deixou de ser “a menina desengonçada de óculos fundo de garrafa” para ser uma adolescente bonita. “Virei manequim, participava de desfiles, viajava bastante, foi uma época diferente e muito divertida. No meu egoísmo adolescente, não pensava muito no futuro, e a minha escrita se limitava aos diários. Escrevi diários por muitos anos, mas recentemente decidi dar fim em todos.

Também foi a época de  muitas  viagens no  Brasil e até exterior. Segundo ela, por ter mãe sul-mato-grossense e pai paraibano, tem família e amigos pelo Brasil afora. E além disso, participou de intercâmbios internacionais como quando foi para Princeton e outros locais “Minha casa sempre foi ponto de encontro de intercambistas” – disse Alda.

Após terminar o colégio aos 17 anos ficou em duvida  entre estudar Comunicação Visual e Arquitetura porque, como disse,  sempre gostou de desenhar “Vai ver todo publicitário tem uma pitada de arquiteto nas veias”  E como Publicidade era o curso da moda nessa época (anos 1980) ela resolveu tentar  o vestibular da PUCCAMP em 1985, que, apesar de ser muito concorrido, ela passou e se mudou para Campinas. E foi lá que decidiu trabalhar com Marketing. E já no início dos anos 1990, foi  fazer especialização em Marketing  na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. “Voltei para Campinas, abri minha agência e sigo com minha assessoria de marketing até hoje.”

Alda  disse que sempre gostou de histórias e que escrever é um jeito dela se desconectar do mundo ou criar um mundo particular. 
“Por muito tempo escrevi para mim, não para os outros. Comecei a compartilhar meus escritos só de alguns anos para cá. Não escrevo somente para crianças. Na verdade, estou preparando livros para “gente grande” também.

A VIDA POR TRÁS DA VIDA

Alda estreou no mundo  das letras em 2010 escrevendo para crianças e logo explodiu. Seu livro “Tem Planta que virou Bicho” – escrito com o fotógrafo Cacio Murillo –  fez tanto sucesso  que em um ano passou a ser usado em escolas, várias apresentações nas escolas,  virou peças e exposições,  ganhou reedições,  deu entrevista para Ana Maria Braga, Faustão, foi capa da UOL, Folha de São Paulo, SBT e tantos outros.

12239434_524964074329768_5877874217089036340_oO insight do livro foi preciso: várias  fotos de  bichos criados com frutas ou legumes com uma historinha de cada um deles em forma de poesia: inhame-tubarão, melão-canário, chuchu-sapo, maçã-coruja, etc. O enredo conta que num lugar distante  onde os únicos habitantes animais e plantas resolvem brincar de faz de conta invertendo seus papéis  O  objetivo  era valorizar as  frutas e legumes como alimento para o publico  infantil incentivando uma melhor alimentação. E cada personagem e sua história  mostram  também informações nutricionais sobre os alimentos e sugestões de formas divertidas de consumi-los.

O sucesso foi tão grande que o livro virou coleção: veio o segundo volume  e esse ano sai o terceiro volume pela editora Universo dos Livros. O livro lhe rendeu homenagens e prêmios. Alda recebeu homenagem até do IHGSP (Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo), quando foi homenageada ao lado de mais 4 escritores, entre eles Pedro Bandeira outro conhecido escritor de literatura infantil.

O segundo sucesso foi  “Um reino sem dengue” que  Alda conta , numa linguagem de conto de fadas, a história de um pequeno reino infestado pela  dengue que decide lutar para acabar com a doença acabando com seu vetor, o mosquito Aedes Aegypt.  E com o apoio dos desenhos de Girotto,  Alda explica o que é dengue como se alastra e se combate. E ela tomou a iniciativa de fazer esse  livro depois de ver aquelas “cartilhas chatíssimas” distribuídas pelas prefeituras:  “Quando vi, percebi que as crianças estavam sendo abordadas da forma errada. Por isso chamei o ilustrador Ricardo Girotto (que ilustrou os livros do Castelo Rá-Tim- Bum) e fizemos uma tiragem com recursos próprios. O livro acabou virando peça de teatro levada a centenas de escolas Brasil afora.

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Depois  disso ela começou a  administrar os compromissos de divulgação, começou a ser convidada e a carreira veio surgindo.  Participou do projeto Casa da Liberdade, da FLIP Feira Literária de Paraty no circuito “Off Flip” duas vezes, a primeira com o volume 2 de “Tem planta que virou bicho” em 2013 e na segunda com o “Um reino sem dengue“. Depois participou da Feira Literária da cidade de  Bonito no Mato Grosso do Sul e outras. E de uns anos para cá vem participando de outras publicações coletivas.

LANÇAMENTOS DESSE ANO 

Uma delas é a série “O Gigante” que nasceu da parceria com sua prima Lígia Miranda e Alda Miranda, com a ideia de apresentar o que é “mindfulness” aos pequeninos de um modo leve e divertido. O livro será lançado este ano pela editora Universo dos Livros e terá ilustrações de Stefan Pastorek.

 

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Além  do terceiro  volume de”Tem planta que virou bicho” Alda de Miranda lança também  este ano seu novo livro para crianças “Rio que ri, rio que chora” que ensina a importância da preservação dos rios. Esse também terá ilustração de Ricardo Girotto e será vendido somente sob encomenda. O  livro  conta a história de um barquinho de papel que navega por um rio e através de muita poesia, para as crianças entenderem a importância de fazer com que os rios riam, limpos, e não chorem pela poluição.

Outro livro pra esse ano é “Maria Curiosa de Poesia” que também  será lançado este ano mas só em formato digital Também é  um livro para crianças e ensina o que é poesia para crianças. Quando estiver pronto, enviaremos arquivos para distribuição gratuita

Poete-se

E como é poeta, Alda de Miranda também criou um projeto de poesia – a página do Instagran @poetesebrasil e o  Facebook “Poete-se” –  em 2018,  onde ela divulga de forma artística seus  versos. (links abaixo) E a pagina  vem lhe dando bastante alegria e reconhecimento, com algumas poesias premiadas ou publicadas em coletâneas.  Segundo ela , o ambiente das redes sociais permite um compartilhamento maior de poesia. E isso  difunde enormemente  seus  poemas . E ela  conta uma vez  soube que um poema dela  havia  sido projetado num evento cultural. “Fiquei lisonjeada, poesia tem mais é que ser compartilhada, poesia guardada embolora.

Escrever é só um hobby que deu certo. Quase ninguém vive de literatura no Brasil, infelizmente. Espero que um dia isso mude. Todos sabem da importância da leitura, mas para haver leitores, é preciso haver livros, e para haver livros, é preciso haver escritores.

https://www.instagram.com/poetesebrasil/

https://www.facebook.com/poetesebrasil/

Percebe-se assim  que um  dos  fundamentos básicos da obra de Alda de Miranda é a capacidade de perceber e sintetizar ou relacionar o sentimento e a ciência humanos com as instâncias da  natureza (animais,  flora, mar, vento, o rio, estrelas etc).  Para  Alda  isso se dá  inclusive  por causa de seu  trabalho junto à instituições  de pesquisa, ciência e  tecnologia, onde ela  precisa  transmitir sua  mensagem de forma objetiva e transparente.  Ela  acredita que ciência e tecnologia devem andar de mãos dadas com o meio ambiente

“Ciência e natureza. Conhecimento e instinto. Crio meus textos buscando unir estes pontos. Até por conta do meu trabalho, sei da importância de transmitir a mensagem  Procuro aplicar este conceito de simplificar a linguagem a todos os segmentos com os quais trabalho, mas sempre buscando credibilidade, embasamento.” 

Ao falar de sua obra  Alda de Miranda  diz que busca sempre adequar seu texto com a forma e os fins necessários. “Quando se trata de literatura para crianças, procuro produzir conteúdos positivos e úteis de forma lúdica. Quando se trata de poesia, busco com que seja acessível. Quando o trabalho é de marketing, foco em construir mensagens confiáveis que traduzam informação de forma leve mas objetiva, sempre respeitando o objetivo da comunicação, o público a quem a esta mensagem se dirige.”

A ordem no geral é,  sempre que possível,  “descomplicar”.
“Ser simples, não simplista….”

PORQUE A LITERATURA INFANTIL?

Alda  não sabe dizer se seu talento pela literatura infantil é por vocação ou por escolha. Talvez um pouco de ambos pois diz as fábulas infantis sempre foram uma paixão que ela curte até hoje. Diz que “As histórias vem, ficam na minha cabeça e tenho que transportá-las para o papel. É uma espécie de necessidade de dar-lhes vida, fazê-las nascer. Mas que escreve para adultos também.

Aqui  ela conta  três  motivos. Segundo a autora,  a facilidade para escrever para crianças vem de sua convivência com muitas, filhos de seus irmãos, primos e amigos. E também, como profissional de marketing, tem vários clientes na área de pediatria ,  criando conteúdo para os pais. “Eu me inspiro no que é descomplicado. Na leveza das coisas. Nas coisas simples da Natureza e do cotidiano. Isso vale para tudo, para as obras infantis e para a poesia.

Outro motivo, segundo Alda,  é que há tempos  vem percebendo muitas crianças desconectadas dos livros e achou que poderia contribuir para que mais crianças encontrassem o prazer da leitura na infância. E decidiu assumir para si mesma que seus livros teriam sempre algum conteúdo útil.

Ela cita, como exemplo seu segundo livro “Um reino sem dengue”, que ela decidiu fazer para melhorar as “cartilhas chatíssimas”  das prefeituras para explicar a dengue e que acabou virando peça de teatro levada a centenas de escolas Brasil afora. |Outro exemplo é seu livro Maria Curiosa de Poesia” que ensina o que é poesia para crianças. que será lançado em breve em formato digital

E o bom de escrever para criança é que a resposta é rápida e sincera. Se não gostam, nem prestam atenção. E se gostam, é uma lindeza. Já ganhei até abraço coletivo em uma escola. Faz um bem danado à Alma.

Entretanto,  Alda diz que, se seu foco inicialmente foi a literatura infantil, conta que de uns tempos para cá vem escrevendo também para adultos. não so com livros e poesias mas também cronicas,em coletâneas .  E além disso como escritora, começou a  ser convidada para feiras literárias, para palestras em escolas, etc e que “tudo isso me aproximou ainda mais do universo infantil.

Poeta  dos mares e dos ventos

Alda de  Miranda  também  é poeta.  Desde criança  já amava e fazia poesias mas  só recentemente começou a publicar.  Ela conta que, quando ainda   estava no colégio,  seu pai lhe presenteou com um livro de Drummond, e foi  com ele  que ela “pegou gosto”. Mas foi só de uns anos para cá que ela começou a arriscar mostrar suas poesias para as pessoas. “Inscrevi secretamente algumas em concursos, e logo na primeira tentativa ganhei o segundo lugar no prêmio Acrísio de Camargo. E aí empolguei.”

Sobre influências,  a autora confessa que anda encantada pelo poeta Manoel de Barros. E até  tem  história  muito próxima  com em sua própria familia, “Soube que em tempos idos o Manoel muitas vezes pegava carona com meu avô e meu tio, no avião da fazenda. Penso que talvez alguns versos dele tenham nascido num desses voos sobre o Pantanal.

Seguindo  seu lema, Alda disse que procura fazer uma poesia descomplicada e acessível. Seus temas prediletos são o mar, as coisas da natureza, as coisas simples e bonitas do dia a dia  que passam despercebidas. Para ela  “O mundo precisa dessas delicadezas.”

Conta que ficou emocionada  quando um jornalista que compartilhou um poema dela a chamou de “poetisa dos mares e dos ventos”.

Soube esses dias de uma história linda. Uma moça que namorava um velejador resolveu aceitar o convite de ir morar com ele a bordo, e disse o “sim” entregando a ele um porta retrato com um poema meu. Hoje eles velejam pelo mundo com minha poesia ali, no veleiro, ao lado da foto dos dois juntos. Saber de coisas assim faz a gente querer continuar escrevendo.

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Barão  Geraldo e seu encantamento 

Alda de  Miranda disse que conheceu  Barão Geraldo no segundo ou terceiro após ter vindo para Campinas – ou seja, nos anos 1980 – porque tinha amigos que “faziam” Unicamp.  Ela morava no Cambuí e Barão era ainda meio rural em contraste com  ela: “Sempre achei Barão um lugar bonito, mas  à época, eu era totalmente urbana, vinha pouco para estes lados.”   Mas, como ela  diz, com o tempo, tudo muda.  E ha alguns anos atrás, procurando por uma casa com quintal espaçoso para viver, Barão se tornou  uma boa opção. E hoje é um lugar  que  a  encanta justamente pela mesma união de contrastes que se percebe em sua obra: ciência e natureza “A Cidade Universitária tem esse encantamento, de um lado, um acelerador de partículas, do outro, vacas e siriemas. Gosto desses contrastes.

“Barão cresceu muito, é uma célula independente, com supermercados, lojas. Demorei um tempo para me acostumar e absorver a mecânica do lugar. Mas há um quê de cidade de interior que eu acho muito especial.”

Mas a urbanidade  baronense  também encanta  Alda de Miranda como  algo especial que nem todos tem  condições de viver ou perceber como “…o Parque Ecológico, com aquela lagoa bonita no meio, o comércio local, alguns restaurantes, a feirinha da praça com barraquinhas de comidas e artesanato, os prédios da Unicamp, o café da manhã da “Só Queijos”, onde se degusta os melhores queijos brasileiros, o jazz na Batataria, a boa comida do “Casa de Maria”, os bolos e pães da Padaria Alemã. São inesquecíveis” -diz ela

Mas  mesmo assim  Alda ainda  não teve tempo ou condições para  conhecer outras das boas  facetas de  Barão Geraldo como  os  várias grupos  e centros culturais, shows, etc. “Infelizmente nunca participei muito dos eventos culturais, sei que há muitos. A vida é muito corrida.”

Para  o  futuro Alda não tem muitos planos porque prefere  viver o presente. Tem alguns livros em andamento. – Um de poesias e outro livro de um estilo que eu ainda não soube definir, além dos infantis. “Não sei o que o futuro trará . Espero que coisas boas!”

Arney Barcelos

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Obras de Alda de Mirandia

TEM PLANTA QUE VIROU BICHO vol 1
TEM PLANTA QUE VIROU BICHO vol 2
TEM PLANTA QUE VIROU BICHO vol 3 ( será lançado em agosto pela universo dos livros)
UM REINO SEM DENGUE
O GIGANTE ( co-autoria)
MARIA CURIOSA DE POESIA
RIO QUE RI, RIO QUE CHORA (em fase de assinatura com editora)
COLETÂNEAS;   

  1. Crônicas da Cidade,
  2. Coletânea Prêmio São Francisco Xavier,
  3. Coletânea Mulherio das Letras,
  4. Coletânea Prêmio off Flip de Poesias
  5. Um reino sem dengue

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