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Sobre as agressões e desrespeitos à nossa posição e princípios editoriais

Devido ao último editorial que fizemos, sobre o serviço VOLUNTÁRIO que fizemos de cobrar compromissos dos candidatos para com os problemas de Barão Geraldo (coisa que nenhum outro órgão ou grupo político fez), o Jornal de Barão foi vítima de várias acusações e agressões no grupo Amigos de Barão e outros grupos que não são verdadeiras e FRUTO SOMENTE DE PRECONCEITOS. E embora ficamos bastante decepcionados com a interpretação errada do que escrevemos, estamos bastante tranquilos quanto a isto e aqui provamos porque tais acusações são completamente mentirosas e desprezíveis.

As acusações foram, basicamente, ou de bolsonaristas que nos acusam de ser “esquerdistas” (e sabemos muito bem o que significa ser esquerdista, que é ser contra a propriedade privada dos meios de produção. Ou seja; coisa que nunca fizemos ou assumimos) ou de defensores de PT ou PSOL que nos acusam de defender Bolsonaro, coisa que também nunca fizemos . Na nossa opinião PT , PSOL e etc estão muito longe de serem partidos de esquerda. São partidos de “centro” (na prática) com apenas um discurso pró Ética e Direitos Humanos , que são fundamentos mínimos e obrigatórios de QUALQUER democracia capitalista. (E muito mais praticados nos EUA do que no Brasil alias).

Da mesma forma, na nossa opinião Bolsonaro está muito longe de ser um “direitista liberal”. Pois suas ações se contrapõem com seu discurso ultra conservador (que foram senso comum nos séculos anteriores), que se contrapõem ao liberalismo e Direitos Humanos e que tentam impedir a livre iniciativa e competitividade e barrar os avanços do mercado de capitais. Além disso, o capitalismo internacional ja elegeu como OBRIGAÇÃO a preservação da Amazônia e do Meio Ambiente (e da qualidade de vida por extensão) como uma das principais exigências do mercado internacional a toda e qualquer empresa e todo e qualquer Estado e seu governo. Motivos pelos quais é absolutamente impossível ser conservador e capitalista ao mesmo tempo (o que seria no mínimo um retrocesso ao mercantilismo feudal e escravista, o que deu origem ao liberalismo).

Em todo caso NUNCA antes ficamos nos referindo ou nos baseando em tais questões teóricas porque esse assunto não interessa nem a nós, nem a Barão Geraldo. Tentamos fortalecer a politica LOCAL sim O Editorial que fizemos foi justamente refletir que, ao mesmo tempo da necessidade de renovação na Câmara (e decidimos entrevistar só os candidatos de Barão – não só os “novos” é claro), também havia os candidatos já vereadores ou que ja tinham sido antes. Colocamos os prós e contras de cada um e convidamos o leitor a decidir: Renovação ou antigos com a comprovação (em parte aliás) do que fizeram por Barão? E para isso buscamos dados na Cãmara Municipal.

Outra acusação inaceitável que insistem em nos taxar é em relação ao desconhecimento e à mitologia do que um jornal “isento e imparcial” . E que HOJE É RISÍVEL E ULTRAPASSADO cobrar de um jornal. Evidentemente, houve um período em que a mídia americana tentou impor isso como “propaganda” e na competição com outros meios. Esse estilo fez escola no Brasil (nos anos 1960 – e a Globo foi a primeira a defender isso) porém, com o desenvolvimento das Faculdades de Jornalismo, aos poucos foi se comprovando, cada vez mais, A IMPOSSIBILIDADE de qualquer jornal ou meio de comunicação ser “isento” ou “imparcial” . Pelo contrário, um jornal sério ESCOLHE E EXPÕE EM SEUS PRINCÍPIOS quais concepções (pontos e vista e opiniões) ele parte e prioriza AO fazer noticias. Seja na pauta, seja na entrevista, na montagem da reportagem, na escolha do título, da foto, daquilo que é veiculado e do que não é.

Além disso, como a maioria ja sabe um editorial é um texto OPINATIVO do jornal. Quando fazemos um editorial é para explicar nossa opinião e até fazer propostas fundamentadas

Junta-se a isso o fato de nossa DIFICULDADE SIM. Muitos assuntos não abordamos NÃO POR OPINIÃO por ser contra, mas por incapacidade econômica mesmo Reconhecemos nossa incapacidade econômica e estrutural de abordar muitas questões essenciais para um jornal. : Como justamente tratar dos mercados, das economias, empresas LOCAIS e nossas necessidades. Assim como falta-nos reportagens sobre Arte e Cultura local, Esportes, e ação policial por exemplo (esta última mais porque foi proibida à policia divulgar os dados) Isso ocorre devido à falta de renda e capital para fazer esse serviço. pois ninguém vai fazer esses trabalhos sem receber por eles.

Por isso, é importante frisar: NÃO EXISTE JORNAL IMPARCIAL ou que não seja “tendencioso”! (exceto os que só tem propaganda ou não colocam noticias políticas e só colocam propagandas e releases prontos – o que contraria o que é REALMENTE UM JORNAL que se fundamenta em trazer informações sobre o local e apoiar na divulgação de necessidades da população). NOS DECIDIMOS nossa perspectiva e “TENDÊNCIA” que é enfocar e mostrar Barão Geraldo COMO CIDADE que é como uma união de mais de 60 bairros em várias regiões com muitos dos mesmos problemas de todas (até de cidades grandes) . Nisso sim somos “tendenciosos”

O Jornal de Barão sempre foi vítima de mentiras , preconceitos e agressões injustas, Formos tirados dos grupos Amigos, SOS Barão, Cidade Universitária, Amprovic e outros POR PUBLICARMOS APENAS NOTICIAS! E em outros grupos como Distrito de Barão, SOS Distrito, Bosque das Palmeiras NOSSAS POSTAGENS FORAM IMPEDIDAS OU APAGADAS sem sabermos o porque. Mas o motivo de tudo isso é a pura falta de informações sobre nós. Temos nossos princípios como já colocamos acima. Não misturamos vida e interesses pessoais com os objetivos do jornal que se volta para alguns interesses consensuais de Barão ( o que é extremamente difícil numa cidade – até isso é motivo de desinformação e briga).

O Jornal é bairrista e tenta mostrar as coisas do ponto de vista de Barão que se trata de uma cidade (não um município) que é parte ABANDONADA e desprezada por Campinas. Não somos culpados da gigantesca disparidade, rixas e preconceitos (às vezes violentos e extremamente burros) ENTRE os moradores e comunidades de Barão. E fazemos o motivo para nem se referir a isso. Somos uma empresa, Defendemos o empreendedorismo , o desenvolvimento do mercado mais justo com menos e mais baixos impostos e taxas, porém com as obrigações dos Direitos Humanos, justiça e democracia. A nosso ver o Brasil ESTA LONGE de ser uma democracia E qualquer democracia real não obriga ninguem a votar (por exemplo) Enfim esperamos que os donos desses grupos reconsiderem e nos recebam com nosso papel TRABALHAMOS VOLUNTARIAMENTE POR BARÃO ! Trabalhamos como qualquer jornal e não cobramos nada – exceto dos que querem anunciar no jornal. E nos ajudem a ajudar a unir as partes quebradas de Barão para o bem de todos.

A direção

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